O meu medo é que caminhemos para uma depressão, onde há uma queda acentuada do PIB e por conseguinte, da atividade industrial, o que elevaria o desemprego nos países afetados e sendo, portanto, um enorme barril de pólvora para levantes populares.
E o mais grave é que os mecanismos que poderiam ser usados pelo Estado para saírem de uma possível futura depressão foram exauridos: Se endividar, nem pensar, já que os governos da Europa e os EUA vivem exatamente uma crise fiscal com dívidas elevadas. Será difícil para o "velho mundo" e a pátria do tio Sam conciliar medidas de austeridade de gastos públicos com aumento percentual de seus PIB´s. E para por lenha na fogueira, discute-se adoção de políticas protecionistas, o que atravancaria o comércio global e a recuperação das finanças mundiais.
O Brasil deve fazer a sua parte, continuando com a política de redução de juros para estimular a produção de riquezas e o crédito, de forma a desenvolver nossa economia. Isso acompanhado de rigor monetário, claro, para evitar que a inflação dispare. Além disso, é preciso criar mecanismos que reduzam a corrupção e os gastos das folhas de pagamento da União. A previdência e seu déficit merece ser discutido. Em algumas décadas, ela poderá quebrar com o aumento da população idosa.
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