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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Inaugurado orelhão em Aracati. (rs). Rir para não chorar é o melhor remédio. Reflexão.

Depois que nossa cidade ganhou a premiação de R$ 100.000 no quadro Dança da Galera, do Domingão do Faustão, o sincero desejo de mudança tomou conta dos corações de todos os munícipes que aqui nasceram, residem ou que daqui partiram rumo a outros lugares, em busca de oportunidades profissionais que aqui não há. 

Os últimos 7 Anos e seis meses de nossa história recente foram de muita "peia" mesmo. Triste ver o Aracati em tão degradáveis condições... é certo que seja jacaré, seja bacurau ou quem se considerar qualquer outro bicho (eu me considero ser humano, e você?), todos estamos passando por maus bocados, após o triunfo da Era da Incompetência¹¹ nestas paragens (2005-2012).

O jingle da campanha do atual prefeito¹¹, dizia que "trabalhe, não atrapalhe, o homem fez, o homem faz vai fazer". Eu só sei de uma coisa: sendo bastante preciso nas minhas observações muito jaguaribanas, ele¹¹ entrará para a história local pelo que NÃO FEZ. E não há historiador no futuro que negue essa afirmação que EU FAÇO no presente blog. Esta administração praticou um verdadeiro bullying coletivo contra nossa sociedade, ao nos obrigar a conviver com lixo, desemprego e violência em alta, ruas esburacadas.... Uma outra música da campanha¹¹ passada, ditava que "tudo começou à beira mar" - para terminar num mar de lama (grifo meu). O que é RUIM, passa, como as tempestades, só quem vai sentir falta deste DESGOVERNO é quem se beneficiou dele de alguma forma. Principalmente os que ganharam a sua teta por ter segurado e balançado o pau da bandeira¹¹ nas eleições passadas.

Fica a lição de que um erro cometido duas vezes¹¹ não pode se repetir por uma terceira vez. Testemunha que ao longo de séculos, renascemos das enchentes do Jaguaribe. Renasceremos da Onda¹¹, este é o meu sonho. Temos o espírito da legendária Fênix. 

Precisamos de um choque de MORALIDADE. De vergonha na cara. Que as escolhas coletivas sejam pautadas não mais pela força do dinheiro, e sim pelo uso da razão. Não nos cabe o suplício de um continuísmo. Seria um ato antipatriótico. Que sejamos éticos em nossas condutas e principalmente, que tenhamos debates de propostas e sem troca de baixarias entre candidatos A, B, C. 

Devemos romper com este passado político envelhecido por vícios e construir um novo futuro, de paz e virtudes. Que Aracati seja atrativa aos investimentos industriais, para assim reduzir as pressões sociais advindas da falta de oportunidades de trabalho.

Que vença o Aracati. Que sejamos brasileiros.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Acordem, aracatienses.


A democracia, apesar de suas imperfeições, continua figurando como o único ordenamento político capaz de assegurar às sociedades humanas o pleno exercício da autonomia individual e consequentemente da livre-iniciativa.


Questiono-me: 
Por que tamanha descrença social nas instituições democráticas de nossa nação? 


Uma das respostas mais ouvidas é a inércia dos aparelhos de Estado em promover políticas que contribuam para a melhoria dos sistemas de saúde, de indicadores de renda ou de educação.

Ao adentrarmos no cerne deste debate, percebemos que a apatia do poder público é nada mais que uma consequência das péssimas escolhas que fazemos em épocas eleitorais. 

Se votamos por pressões financeiras, estamos dando a nossa contribuição para a destruição do Brasil. Cabe também à sociedade ser um ativo agente fiscalizador. 

Se toleramos a corrupção de nossos governantes por medo de perder um emprego, estamos dando a nossa contribuição para a destruição do Brasil. 

Se transformamos a política em um balcão de negócios, onde nosso voto se converte em mercadoria barata e damos poder a quem não se importa com a transformação de nosso país em uma nação desenvolvida economicamente, socialmente e culturalmente, estamos dando a nossa parcela de contribuição para a destruição do Brasil.

O dinheiro que se paga em impostos, é da coletividade e não de grupos individuais. Quando se faz uma obra pública, temos que parar de endeusarmos os políticos que a fazem. É deles a obrigação fazê-la como representantes escolhidos a nos representarem.

Trazendo o debate para essas paragens, temos que pensar bem no nome que sucederá ao pior administrador¹¹ da história de nossa cidade em quase 170 anos. Não podemos perpetuar o erro. Temos de extirpar da política local quem não tem compromisso para o desenvolvimento de nossa cidade.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Aracati não pode correr o risco de dar ao 11 um terceiro mandato. Chega.


Observando fotos publicadas em alguns sites de cobertura de eventos no Aracati, vejo o quanto se esforça o candidato apoiado pelos bacuralistas para ganhar a confiança dos nossos eleitores. Seja festa religiosa, colação de grau, enterro de sogra ou batismo de anão, lá estará ele dando o ar de sua graça. 

Aproveita-se do caos em que se encontra a nossa terra para se fazer sucessor desta que é a pior administração municipal dos últimos cinco séculos de história brasileira. Ele foi introduzido no cenário político local pelos pedantes da política aracatiense. Mas a resposta a isso é a conscientização de que dos nossos caminhos, cuidamos nós.

Queremos desenvolvimento e melhoria dos indicadores de qualidade de vida. É preciso que não se vote em qualquer candidato a prefeito ou vereador (principalmente) que o apoie. Isso é um ato patriótico.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A história nos ensina. Aprendamos com os nossos erros, Aracatienses!


Valéria Messalina foi mulher do imperador Cláudio nos tempos da Roma Antiga. Seu nome está associado à depravação sexual nos dicionários em que pesquisei, certamente pelo fato dos seus biógrafos terem dado conta dos vários relacionamentos amorosos que teve em vida. Além disso, era ambiciosa pelo poder. Gostava de tramas e intrigas.

Pensando comigo mesmo, vejo que há muitas Messalinas por aí, mas as que são mais perigosas não se assumem como tal. Posam de boas moças, mas se deitam com qualquer um. Vendem seus préstimos a quem lhes pagam bem ou prometem vantagens futuras. 

Há muitos políticos com o perfil de Messalina no Aracati, no Ceará e no Brasil, que venderiam a própria mãe se necessário fosse para se viabilizarem eleitoralmente. Não possuem coerência político-partidária e muito menos ética. Trocam de partido e de lado constantemente. Vivem de conveniências. As ações dos homens permitem analogias, que só são absurdas para quem não olha para os erros do passado e aprendem com eles.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012