quarta-feira, 3 de julho de 2013
Fim de exigência de filiação partidária para candidaturas.
Aracati precisa de um choque de capitalismo.
A informalidade é o sintoma mais claro de quando uma cidade ou país não está bem economicamente. Cada indivíduo tenta se virar como pode, para ganhar o seu pão de cada dia. Nas ruas do centro, é difícil andar sem esbarrar em algum vendedor que se disputam metro a metro das calçadas para colocar a sua banquinha. Pior de tudo é saber que estas pessoas estão desassistidas da possibilidade de um dia se aposentarem, a não ser que se registrem como autônomos e façam contribuições mensais à previdência.
Outro dia comentei que há uns dez anos atrás, muitos jovens ao terminarem o ensino médio, diziam que o futuro em Aracati era trabalhar em uma certa fábrica de sapatos da cidade. Hoje, nem isso. Não é à toa que em cada esquina e rua, há a proliferação de pequenos barezinhos e churrasquinhos.
Agora o que mais me espanta são os discursos pró-atraso de gente pedante nessa cidade. Dizem "Aracati não tem espaço para a instalação de indústrias". Isso é um engôdo. Temos um imenso descampado posteriormente ao hospital e que dava perfeitamente para uma grande fábrica lá se instalar. Só levar infra-estrutura necessária.
Aracati, pequenos questionamentos.
sábado, 29 de junho de 2013
Dilma e as eleições de 2014.
Da pobreza à riqueza.
Eles vieram de origem humilde e formaram grandes impérios industriais e financeiros entre os séculos XIX e XX. Acreditaram em suas idéias e moveram todas as suas energias vitais para concretizá-las. Despertaram inveja nos concorrentes de sua época, levando muitos à falência. Estou falando de Andrew Carneggie, John D. Rockfeller, Barão de Mauá, JP Morgan, Cornelius Vanderbilt, dentre outros.
Suas biografias refletem o ímpeto de suas personalidades. Montaram poderosos trustes e monopólios. Controlavam grandes fatias da economia e empregavam um exército de mão-de-obra. Usaram seu capital econômico para submeter o poder político aos seus desígnios (mas também foram 'vítimas' do mundo político). Escolhi a biografia de três.
Andrew Carneggie.
Magnata do petróleo, comprou dezenas de empresas prospectoras menores e fundou a Standard Oil, maior empresa petrolífera em sua época. É considerado o homem mais rico de todos os tempos, com fortuna avaliada em 664 bilhões de dólares. Devido às leis anti-truste, sua empresa foi desmembrada em dezenas de companhias, tendo em cada uma delas participação acionária.
Barão de Mauá.
Os dois primeiros são qualificados como barões ladrões, dá para se imaginar o por que...já o terceiro, me fascina pois valorizava o trabalho como forma de ascensão social, além de ser uma premissa moral inabdicável. Defendia Mauá um capitalismo liberal conciliado com uma ética protestante. Infelizmente o Império comprometeu sua posição, além de ter sido alvo de sabotagens que lhe custou sua imensa fortuna.
Assinar:
Postagens (Atom)