quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Eleições 2012: A união faz a força Eleições 2012: A união faz a força Eleições 2012: A união faz a força


Eleições, muitos quando escutam esta palavra a associam à roubalheira, à pessoas de caráter duvidoso, a corrupção e etc, mas toda regra tem suas exceções, nós população temos que pesquisar, analisar e descobrirmos quem são essas exceções, não nos deixe-mos iludir com promessas que nunca irão se torna realidade.

Na última eleição município em Aracati tivemos 3(três) candidatos a prefeito, mas os 2(dois) que teoricamente queriam mudanças no poder executivo não obtiveram êxito e provavelmente não iram obtiver novamente, pois a divisão dos votos não é o caminho correto a ser percorrido. Será que a união dos que se dizem oposição não será o único meio de retomarmos nossa cidade de volta?

O governo federal divide os ministérios com os partidos da base aliada a presidente Dilma Rousseff, essa divisão é o "prêmio" para os partidos que apoiaram a eleição da presidente. "Uma andorinha só, não faz verão", se os 2(dois) candidatos que disputaram a eleição passada com o atual prefeito tivessem se unido, talvez a história hoje fosse outra.
Senhores pré-candidatos se unam com pessoas sérias, que realmente queiram trabalhar para o Aracati e não para si mesmo.

Heitor Morais

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Aracati, teu passado precisa ser resgatado.

É um erro crasso estudar a história do nosso estado sem mencionar a cidade de Aracati. Somos privilegiados por nossa posição geográfica e por termos sido um dos pontos fundamentais para a efetivação da ocupação da Capitania do Siará. Além do mais, em meados do século XVIII, éramos o pulmão da economia cearense, em virtude do comércio da carne de charque. A isto, a natureza nos foi gentil: um rio para escoar nossa produção, o sal, devido à proximidade do mar, o sol o ano inteiro e os bons ventos, que sopram por estas paragens.

Orgulhamo-nos de ser a terra de Dragão do Mar, um dos cearenses mais notáveis, que lutou pela causa abolicionista no Estado do Ceará. Somos ainda a terra de Adolfo Caminha, escritor renomado que polemizou a sociedade conservadora do século XIX com os romances A normalista  e O bom crioulo. E como não mencionar Castorina Pinto, que em todos colocavam apelidos? 

E como esquecer da irreverência de Chico de Janes, que virou até marchinha carnavalesca? 
Não podemos deixar também de fazer referência à educadora Rosália Nepomuceno, reconhecida por seu vasto conhecimento e que muito contribuiu para levar saberes à gente da terra aracatiense. 

Quem nunca experimentou um picolé de Zé de Sofia? Ou o suco de tamarindo lá do Seu Ponciano?

Somos a terra que é embalada por brisas suaves, sob os raios dos sóis tropicais. Aracati tem seu nome gravado nas áureas páginas da história do Ceará e do Brasil. E no coração de todos que daqui se retiram, mas que guardam dentro do peito a lembrança deste espaço de saudades que acolhe sem distinção.

Precisamos conhecer a sua história, para que se possa construir o futuro em solo firme, aprendendo com os erros do passado.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O Brasil é o país mais paradoxal que existe.


No Brasil, os mecanismos que regulam os preços das coisas (a mão invisível do mercado) não funcionam como deveriam. 

Apesar de termos um vasto potencial energético, com amplas bacias hidrográficas e vultosos investimentos feitos no setor de energia nos últimos 10 anos, ainda assim pagamos tarifas elevadas todos os meses. Quem garante que depois de Belo Monte entrar em operação, pagaremos menos pelo serviço?

Parte deste problema é a nociva e predatória carga tributária nacional e a outra parte é a falta de ação de mecanismos reguladores do Estado, que beneficia sempre os concessionários.

É um absurdo saber que um litro de gasolina custa em média 2 vezes mais barato nos EUA que no Brasil, e olha que eles têm uma demanda gigantesca de petróleo, pressionando para cima as cotações internacionais desse produto, mantendo-o na casa dos US$100.

Quem é o mais prejudicado com isso? Os indivíduos da Classe C, já que é impensável um empresário não repassar ao consumidor os custos de transporte. 

Com o pré-sal em operação, engana-se quem pensar que os combustíveis aqui ficarão mais baratos,  pois a lógica da Petrobrás semi-privatizada é lucrar. Estes hidrocarbonetos atenderão à demanda global, principalmente a de estadunidenses e chineses. O que certamente acontecerá aqui são os preços se estabilizarem nos patamares atuais. Isso só acontece por falta de planejamento estratégico das autoridades governamentais, que elaboram contratos de concessão permissivos demais, sem quase nada exigir contrapartidas como serviços eficientes.

Mesmo havendo concorrência entre operadoras de telefonia móvel, ainda assim se paga um absurdo por minuto. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Entra na minha casa, entra na minha vida".


Achei de um desrespeito imenso cantarem esta música do Regis Danese do alto de um trio elétrico no último dia de carnaval. Música religiosa não combina com festa profana, ao meu entendimento. Enquanto o povão cantava "eu preciso de ti, ó pai", segurava em uma das mãos alguma bebida alcoólica.