quarta-feira, 3 de julho de 2013
Aracati, pequenos questionamentos.
sábado, 29 de junho de 2013
Dilma e as eleições de 2014.
Da pobreza à riqueza.
Eles vieram de origem humilde e formaram grandes impérios industriais e financeiros entre os séculos XIX e XX. Acreditaram em suas idéias e moveram todas as suas energias vitais para concretizá-las. Despertaram inveja nos concorrentes de sua época, levando muitos à falência. Estou falando de Andrew Carneggie, John D. Rockfeller, Barão de Mauá, JP Morgan, Cornelius Vanderbilt, dentre outros.
Suas biografias refletem o ímpeto de suas personalidades. Montaram poderosos trustes e monopólios. Controlavam grandes fatias da economia e empregavam um exército de mão-de-obra. Usaram seu capital econômico para submeter o poder político aos seus desígnios (mas também foram 'vítimas' do mundo político). Escolhi a biografia de três.
Andrew Carneggie.
Magnata do petróleo, comprou dezenas de empresas prospectoras menores e fundou a Standard Oil, maior empresa petrolífera em sua época. É considerado o homem mais rico de todos os tempos, com fortuna avaliada em 664 bilhões de dólares. Devido às leis anti-truste, sua empresa foi desmembrada em dezenas de companhias, tendo em cada uma delas participação acionária.
Barão de Mauá.
Os dois primeiros são qualificados como barões ladrões, dá para se imaginar o por que...já o terceiro, me fascina pois valorizava o trabalho como forma de ascensão social, além de ser uma premissa moral inabdicável. Defendia Mauá um capitalismo liberal conciliado com uma ética protestante. Infelizmente o Império comprometeu sua posição, além de ter sido alvo de sabotagens que lhe custou sua imensa fortuna.
domingo, 23 de junho de 2013
Petismo e a reinvenção da República Velha.
Se uma contradição pudesse ser personificada, esta seria o Partido dos Trabalhadores, que não mais defende o direito dos trabalhadores. Suportou à pressões populares até onde pôde para voltar atrás quanto ao aumento de 20 centavos na tarifa de ônibus em São Paulo, prefeitura que governa. Paralelo a isso, as obras da copa têm feito a alegria de banqueiros e empreiteiros. Bilhões de reais são gastos em faraônicos estádios enquanto hospitais carecem de UTI's e escolas públicas, estão caindo aos pedaços. O povo foi às ruas em um desejo de libertação das amarras que prendem o desenvolvimento sócio-econômico nacional. A eficiência administrativa. Contra a impunidade dos poderosos.
Sobre as manifestações públicas, um fato pode-se notar: a crise do sistema partidário nacional. O movimento é dos apartidários. Tanto é verdade que quem tentou levantar bandeiras de partidos políticos, foi rechaçado.
Sobre concurso público de Aracati.
Estes dias, conversei com uma pessoa sobre assuntos do Aracati, dentre os quais sobre a importância da realização de concurso público. A pessoa em questão é contra, uma vez que pessoas 'de fora' poderiam roubar as vagas das 'pessoas de dentro'. Argumentei que na vida, os melhores sobrevivem e que devemos cada um buscarmos o aprimoramento e que a pior coisa para um sistema democrático é o clientelismo segregacionista, onde só quem tem oportunidades são os que levantaram bandeiras para candidatos à vereadores e prefeitos. Sei que a igualdade de condições incomoda a muitos, mas desta obrigação, o prefeito de Aracati não pode e nem deve se furtar. Espero eu que seja verdade que em breve esta reivindicação se realizará, como a referida pessoa me confidenciou. A meu ver, será o grande marco da administração do sr. Ivan Silvério.
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