segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Contagem regressiva para o fim da era Ex¹¹: 364 dias.


Cada dia, cada hora que se passa, mais se aproxima a data de nossa independência. Que o tempo passe rápido! E que o Aracati renasça das cinzas!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Momentos memoráveis da história.

A queda da União Soviética foi, a meu ver, um dos fatos mais significativos da história do século XX. Pedro Bial, ao vivo de Moscou, noticia o colapso do regime ditatorial fundado por Lênin.


Outro importante momento foi a Queda do Muro de Berlim, construído por iniciativa da Alemanha Oriental e que separou, por algumas décadas, um povo.


A agonia do velho mundo.



Ao longo de vários séculos, a Europa foi abalada por guerras das mais variadas naturezas. A II Guerra Mundial foi, de longe, a pior de todas. Diante desse histórico, acredito que o nacionalismo foi (e ainda é) um dos conceitos mais nocivos já inventados pela humanidade e teve sua expressão máxima na doutrina nazifascista, pois situou um modelo de povo superior a outro e, com base nessa ideologia, surgiu todo um arcabouço teórico para justificar o domínio de civilizações. 

Ao término da carnificina em 1945, ficou notório que a mais eficiente forma de se evitar novos conflitos  que levassem ao aparecimento de novos Hitlers seria a integração política e econômica dos países do velho mundo. O colapso dos Estados-Nacionais favoreceu a era da globalização.

A década de noventa do século XX foi coroada com a assinatura do Tratado de Maastricht, que criou a União Européia. O EURO foi um passo importante na integração dos mercados daquela região e também para o desenvolvimento de suas relações comerciais com o restante do globo. Porém, com a última e permanente crise financeira deflagrada em 2008, parece que o desenho da "Europa Unida" não ficou "bonito". Vejamos: A Alemanha, economia mais forte, se beneficiou bastante com a unificação monetária, pois teve acesso à mercados periféricos do continente. Já o mesmo não se pode dizer da economia grega, por exemplo, onde se vê que fim do Dracma foi um péssimo negócio, pois poderia enfrentar a questão da competitividade com as economias do centro europeu desvalorizando sua moeda, tornando os seus produtos mais baratos. Acho difícil a terra de Aristóteles continuar no bloco, dado seu alto grau de endividamento e falta de condições estruturais para honrá-los. O mesmo se repete com todos os demais países da União Européia, onde as disparidades políticas, econômicas e sociais são acentuadas. 

Faltou avançar as discussões de uma União Fiscal com políticas fiscais comuns. Discute-se hoje a criação de Eurobônus, como alternativa para superar a crise financeira a que o bloco está mergulhada, socializando as dívidas com todos os sócios, semelhante ao que fez o governo de Fernando Henrique Cardoso com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Claro que a Alemanha se opôs, pois é o país mais bem estruturado da zona do Euro e que não quer pagar juros mais altos pelo fato de outros membros da Eurozona não terem feito seus deveres de casa.

Quando o bloco foi criado, os países da Eurozona já estavam bastante endividados. O fato é que o retrato da Europa hoje é sombrio. O desemprego cresce. Na Espanha, a juventude desempregada soma percentualmente números acima dos 20%. Portugal está pedindo para virar vigésimo oitavo estado brasileiro. Certamente terão a sua "década de 80" com aumento do custo de vida e redução de benefícios sociais.

Por CFR.

Enigma revelado.


Ouvi dizer, por fontes seguras, que a partir de agora não se ouvirá mais no Aracati qualquer barulho de fogos de artifício a ensurdecer nossos ouvidos quando o atual mandatário desta cidade fizer seus pronunciamentos em veículo de comunicação local. Ganhou um ponto positivo, porém o saldo negativo de sua administração ainda é de 1.978.098.768.657.908.765.123.987.675 de pontos (um octilhão, novecentos e setenta e oito septilhões, noventa e oito sextilhões, setecentos e sessenta e oito quintilhões, seiscentos e cinquenta e sete quatrilhões,  novecentos e oito trilhões, setecentos e sessenta e cinco bilhões, cento e vinte e três milhões, novecentos e oitenta e sete mil, seiscentos e setenta e cinco). Que continue assim até o fim de sua administração, para ver se pelo menos o saldo negativo chega na casa dos bilhões.

Eu não me considero um intelectual.


Uma das coisas que me incomodam (e até irritam) [demais] é quando dizem que sou intelectual. Sou apenas alguém com certa dose de ousadia de escrever coisas que a imensa maioria pensa, mas não tem coragem de escrever, por N fatores que não convém mencioná-los aqui.

Todo ser  humano é, em essência, um intelectual. Compactuo-me com as teorias das múltiplas inteligências de Gardner, que trata da diversidade de habilidades cognitivas. São, portanto os seres humanos complementares uns aos outros. Eu por exemplo, sou um zero-à-esquerda nas inteligências lógico-matemática, portanto, jamais ganharia um nobel na área de exatas, na corporal-cinestésica e na espacial, nem se fala. Sempre fugi da prática de educação física nos tempos de escola. Por isso sou tão franzino. Fazendo minha auto-análise, acredito que aquelas inteligências da qual considero ser meus pontos fortes são a intrapessoal, interpessoal, linguística e existencial. Talvez tenha sido por isso que tenha escolhido um curso acadêmico na área de ciências humanas. O legado humano é vasto e precioso porque os indivíduos  doam à coletividade um pouco (ou muito) daquilo que bem sabem fazer.